A consciência e a convicção de quem somos

Quando compreendemos quem somos e o que recebemos de Deus, a capacitação, a autoridade para vivermos como Seus filhos, para manifestarmos a Sua natureza e vida entre as pessoas, estaremos sempre atentos e vigilantes. Não quer dizer que não pecaremos, mas que por estarmos sujeitos a Ele, saberemos mediante a Sua graça, como resistir ao Diabo.

O que faz com que resistamos ao Diabo, e não caiamos em suas armadilhas, não é a nossa força e nem habilidade, mas o entendimento que vivemos pela graça e dependencia de Deus. Não podemos pecar, pois quando assim fazemos, somos responsáveis pelo impacto na vida de outras pessoas e como modelo para o rebanho, precisamos agir com compaixão e revelarmos o verdadeiro amor por elas.

Jesus fala com relação a pecarmos, a fazermos outros tropeçarem, como  está em Lucas, no capítulo dezessete, nos versículos um e dois: ” Jesus disse aos seus discípulos: — Sempre vão acontecer coisas que fazem com que as pessoas caiam em pecado, mas ai do culpado!  Seria melhor para essa pessoa que ela fosse jogada no mar com uma grande pedra de moinho amarrada no pescoço do que fazer com que um destes pequeninos peque.” (Lucas 17:1-2, NTLHE).

Não podemos ser motivo de tropeço na vida de ninguém e não o seremos, se compreendermos quem somos, o que recebemos e como devemos viver. Precisamos compreender a nossa identidade, natureza e o propósito para vivermos de maneira que agrade a Deus e sermos Seu instrumento para abençoar vidas e edifica-las, conduzindo-as ao entendimento da vontade do Pai e ao amadurecimento e plenitude de Cristo.

Que possamos agir, não na busca de nossos interesses, mas, como Cristo, nos oferecermos em favor dos outros, agindo com compaixão, para que muitos sejam salvos e cheguem à maturidade e plenitude e não vivamos a buscar os nossos interesses, como o Senhor falou no versículo trinta e três: “A pessoa que procura os seus próprios interesses nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo terá a vida verdadeira.” (Lucas 17:33, NTLHE).

Que possamos entender e compreender a vontade do Pai e nos sujeitarmos a ela e não sermos pedra de tropeço na vida de ninguém, mas, instrumento de edificação, fortalecimento e expressão da Sua vontade.

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