Um coração voltado para o serviço

Precisamos compreender o “espírito”  da coisa, entender como devemos viver o Reino de Deus, o que significa fazer a Sua vontade, para não acharmos que é o esforço que deve nortear as nossas ações, mas, o conhecimento da vontade, da natureza e do caráter do Pai, para não termos a ideia de que seremos recompensados pelo serviço que prestamos.

Na história do filho pródigo, talvez aprendamos mais com o filho que ficou e obedeceu ao pai do que com o rebelde.

Podemos ler, depois da volta do filho pródigo, qual foi a atitude do outro que ficou, como está no capítulo quinze, nos versículos vinte e nove e trinta: ” Mas ele respondeu: “Faz tantos anos que trabalho como um escravo para o senhor e nunca desobedeci a uma ordem sua. Mesmo assim o senhor nunca me deu nem ao menos um cabrito para eu fazer uma festa com os meus amigos.  Porém esse seu filho desperdiçou tudo o que era do senhor, gastando dinheiro com prostitutas. E agora ele volta, e o senhor manda matar o bezerro gordo!”” (Lucas 15:29-30, NTLHE).

Primeiramente temos que entender que não somos movidos pelo serviço e que Deus não nos recompensará baseado nas ações que impetramos, mas, no entendimento da Sua obra, no propósito que estabeleceu para nossas vidas. Não seremos recompensados pelo nosso esforço, mas, por vivermos segundo as Suas promessas.

O outro aspecto importante que temos que entender, que assim como o Pai é, nós devemos ser neste mundo. Ele nos deu da Sua natureza para que pudéssemos viver neste mundo como Ele e que todas as nossas ações devem estar focadas em revelar o Seu amor por todos nós e que tudo que fizermos pelas pessoas deve estar focado em conhecer Sua compaixão, pois é ela que nos conduz na jornada de nos oferecermos pelas pessoas para que cheguem ao conhecimento do amor, da natureza e do caráter do Pai que temos que revelar ao mundo.

Não existimos para condenar, nem para realizarmos serviços para que nos salvemos, mas, para revelarmos o amor e a compaixão do Pai com todos, para que possamos chegar ao conhecimento da Sua vontade e experimentarmos da verdadeira vida que nos oferece e assim sejamos salvos. Somos o Cristo de Deus, o instrumento de salvação das pessoas.

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