Os desafios de sermos o Cristo de Deus

Deus não nos chamou, não nos salvou para simplesmente termos a salvação, mas para que sejamos como o Seu Filho, que o imitemos, que tenhamos Nele o modelo para revelar ao mundo, compreendendo, segundo as Suas promessas, que recebemos tudo que necessitamos para vivermos uma vida que O agrada.

Por isso, Jesus, ensinando aos Seus discípulos, afirma o seguinte, no capítulo quatorze de Lucas, no versículo vinte e seis: “— Quem quiser me acompanhar não pode ser meu seguidor se não me amar mais do que ama o seu pai, a sua mãe, a sua esposa, os seus filhos, os seus irmãos, as suas irmãs e até a si mesmo.” (Lucas 14:26, NTLHE). E também afirma no versículo vinte e sete: “Não pode ser meu seguidor quem não estiver pronto para morrer como eu vou morrer e me acompanhar.” (Lucas 14:27, NTLHE).

E no versículo trinta e três, diz: “— Assim nenhum de vocês pode ser meu discípulo se não deixar tudo o que tem. ” (Lucas 14:33, NTLHE).

Porque se isto não for um fato consumado em nossa vida, se não nos expressarmos em ação e não tivermos este entendimento, então, seremos como um sal sem sabor. E quanto ao sal sem sabor, ele afirmou nos versículos trinta e quatro e trinta e cinco: “— O sal é uma coisa útil; mas, se perde o gosto, deixa de ser sal.  É jogado fora, pois não serve mais nem para a terra nem para o monte de esterco. Se vocês têm ouvidos para ouvirem, então ouçam.” (Lucas 14:34-35, NTLHE).

Por que é importante observar estes aspectos? Por um simples motivo. Quem é seguidor de Cristo, compreende que deve oferecer a própria vida como uma oferta a Deus. E oferecermos a nossa vida a Ele, implica em nos oferecermos em favor dos outros, segundo o modelo e exemplo deixado por Cristo. Sermos o Cristo de Deus neste mundo e nos oferecermos em favor das pessoas para que O conheçam é compaixão, pois nos colocamos no lugar das mesmas, compreendemos o que passam e sabemos que somos a solução para as suas necessidades.

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