Até quando viveremos a concepção religiosa de um “ente divino” que, na nossa cabeça e segundo o entendimento que fomos criados, temos que agradar para recebermos o que desejamos e queremos, mas que não traduz a realidade do que Ele revela com relação a si mesmo e o Seu plano para a nossa vida?
No evangelho de Mateus, no capítulo um, o anjo falando a José sobre o nascimento de Jesus, no versículo vinte e um, afirma: “Ela terá um menino, e você porá nele o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos pecados deles.” (Mateus 1:21, NTLHE). E o significado deste nome está expresso no versículo vinte e três: ““A virgem ficará grávida e terá um filho que receberá o nome de Emanuel.” (Emanuel quer dizer “Deus está conosco”.)” (Mateus 1:23, NTLHE).
Precisamos entender que Deus não é um “ente divino” que existe para nos agradar e nos recompensar ou mesmo punir porque fazemos ofertas que Lhe é aceitável ou não, segundo o que temos concebido religiosamente em nosso entendimento. Não é por fazermos sacrifícios, por nos esforçarmos que somos ou seremos recompensados com a salvação da nossa alma ou nos abençoará com recursos materiais.
Temos que entender que a salvação é um presente de Deus aos homens, é a manifestação da Sua graça infinita, que se concretiza por meio da fé em Cristo Jesus que veio para nos resgatar para Ele. Faz isso, por meio da Sua morte, do Seu sangue derramado que nos purifica para podermos estar na Sua presença, não porque merecemos ou fizemos algo de bom.
Quando somos reconciliados, Ele vem habitar em nós, está em nós, está conosco. Jesus é a manifestação visível do Deus invisível e nós fomos feitos Seus filhos, não para andarmos neste mundo como queremos ou pensamos, nem buscando os nossos interesses, ou mesmo andando segundo uma concepção religiosa, mas,para termos a consciência que somos a Sua expressão neste mundo e que temos que andar de modo digno do chamado.
O Evangelho é para revelarmos o Deus verdadeiro a todas as pessoas e para manifestarmos ao mundo que Ele está conosco, está no nosso meio, Ele está entre os homens e se revela por meio da Igreja, o Corpo de Cristo.
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