Não cobiçar o mal

Imagem de Phạm Quốc Nguyên por Pixabay

Quando cobiçamos e caímos na tentação, certamente não entendemos o seu papel na nossa vida para edificação, pois Deus não permite além do que podemos suportar, como Paulo nos ensina na primeira carta aos Coríntios, no capítulo dez, versículos cinco e seis.

“Mas Deus não se agradou da maioria deles, razão pela qual ficaram prostrados no deserto. Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.” (1Coríntios 10.5–6 NAA)

Não podemos cobiçar o mal. Quando diante das situações, somos tentados a praticá-lo contra o próximo, sendo motivo de tropeço para eles, porque somente olhamos os nossos interesses e desejos, revelamos que não entendemos nada da vontade de Deus e que ainda somos imaturos e não revelamos a vontade do Pai, pois tudo que fizermos deve ser para manifestar o Seu amor ao mundo, agora, quando cobiçamos o mal, estamos agindo de forma contrária ao que recebemos Dele, por isso não podemos sucumbir.

Não podemos cobiçar o mal, pois quando assim o fazemos, somos motivo de tropeço e escândalo para o irmão, pois temos a responsabilidade de revelar o amor de Deus nas relações, agindo com autoridade e como quem conhece a Deus, mas, quando sucumbimos à tentação, estamos compactuando com o mal.

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