Sem arrependimento, sem a vida

foto por: Ravi Sharma em Unsplash

Jesus trazendo um ensino no evangelho de Lucas, no capítulo treze, do versículo um ao cinco, afirma:

Naquela mesma ocasião, chegando alguns, falavam a Jesus a respeito dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os sacrifícios que os mesmos realizavam. Ele, porém, lhes disse: Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas? Não eram, eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis. Ou cuidais que aqueles dezoito sobre os quais desabou a torre de Siloé e os matou eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.” (Lucas 13.1–5 RA).

Podemos observar claramente que não se trata do pecado, nem do que fizemos, nem das consequências que padecemos, mas, de compreendermos a nossa realidade diante de Deus. Ao compreendermos que estamos mortos, independente do que consideramos o tamanho de nosso pecado ou mesmo de nossa religiosidade, devemos nos arrepender de viver uma vida fora de Sua vontade e sem o conhecimento do Seu querer, devemos nos converter de nossos maus caminhos, deixando de viver como a maneira de pensar deste mundo e aprendermos a nos revestir das mesmas atitudes de Cristo.

Não é o tamanho do nosso pecado, nem nossa religiosidade ou nossa moral que nos salvarão e nos livrarão da ira vindoura, precisamos sim, nos arrependermos e nos convertermos ao nosso Deus, pois estamos separados de Sua vida.

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