Revelando compaixão e misericórdia

sermos expressão do Pai no mundo

foto por: Jake Givens em Unsplash

Continuamos com a mesma questão e será que temos entendimento sobre importância da compaixão, misericórdia e expressão da graça de Deus diante das pessoas, ou continuamos a pensar que existem regras, condições, liturgias mais importantes que elas? Estes são aspectos de nossa vida que precisamos estar atentos e em todo o tempo observar para não cairmos no engano de sermos religiosos e não agirmos como filhos de Deus.

Jesus em certa ocasião, em um sábado, discute novamente esse tema com os religiosos, como está em Lucas, capítulo quatorze, do versículo dois ao cinco:  “Ora, diante dele se achava um homem hidrópico. Então, Jesus, dirigindo-se aos intérpretes da Lei e aos fariseus, perguntou-lhes: É ou não é lícito curar no sábado? Eles, porém, nada disseram. E, tomando-o, o curou e o despediu. A seguir, lhes perguntou: Qual de vós, se o filho ou o boi cair num poço, não o tirará logo, mesmo em dia de sábado?” (Lucas 14.2–5, BEARA).

Segundo a nossa conveniência nós agimos. Quando se trata de nossos filhos, parentes e amigos chegados, somos capazes de mover montanhas para que esses possam receber o que necessitam, mas se tratar de estranhos, como agimos? Aplicamos a lei, seguimos as regras, obedecemos normas e preceitos que nós mesmos criamos. Será esta atitude que revela Deus, manifesta a compaixão e misericórdia? Precisamos compreender que temos que agir da mesma maneira com todos, como Deus faz, para sermos Seus filhos e Seus imitadores, revelando a graça e o Seu amor com todos que precisam. Não podemos agir usando dois pesos e duas medidas, mas com justiça.

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