A certeza de ter completado

foto por: Zach Lucero em Unsplash

Mesmo em muito sofrimento e dor, deve ser indizível o contentamento, a convicção de ter terminado, de ter completado e realizado a vontade do Pai, de ter-se submetido e consumado a obra que Ele queria. Vemos Jesus falando sobre isso, podemos observar Paulo em sua carta e nós temos que nos empenhar em compreender e nos submeter, como eles, à vontade do Pai.

Jesus expressa a completude de Sua obra afirmando que estava consumado. Podemos ler sobre isso no evangelho de João, capítulo dezenove, versículo trinta: “Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito.” (João 19.30, BEARA).

Olhando o exemplo de nosso mestre e Senhor, podemos nos perguntar o quanto temos nos empenhado no realizar da vontade do Pai? Nossa vida não tem outro sentido, não tem outro significado. Precisamos compreender a vontade do Pai, nos submetermos a ela e sermos, como tantos outros: instrumentos e expressão dessa vontade no mundo, para que possam conhecer e compreender o Seu querer e nos ofertarmos para que ela se cumpra em nós e através de nós.

Fomos chamados para sermos filhos, para expressarmos Cristo ao mundo, portanto, não podemos ser diferentes Dele, mas temos que imitá-Lo e completar a obra que Deus tem nos entregue para realizar.

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