Podendo, não faz

foto por: Aaron Burden em Unsplash

Quem foi responsável pela crucificação de Jesus? Pilatos? Os religiosos? Sim, eles foram e tinham autoridade para não fazê-lo. Mas eram só eles? Não! Todos nós somos responsáveis por Sua crucificação, pois como pecadores, pessoas separadas de Deus, Jesus foi a oferta em favor de todos nós para que pudéssemos receber vida.

Pilatos tinha o entendimento que Jesus não era culpado, como está no evangelho de João, capítulo dezenove, versículo quatro: “Outra vez saiu Pilatos e lhes disse: Eis que eu vo-lo apresento, para que saibais que eu não acho nele crime algum.” (João 19.4, BEARA). Mas qual foi a reação dos religiosos?  Versículo seis ao oito: “Ao verem-no, os principais sacerdotes e os seus guardas gritaram: Crucifica-o! Crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós outros e crucificai-o; porque eu não acho nele crime algum. Responderam-lhe os judeus: Temos uma lei, e, de conformidade com a lei, ele deve morrer, porque a si mesmo se fez Filho de Deus. Pilatos, ouvindo tal declaração, ainda mais atemorizado ficou,” (João 19.6–8, BEARA).

Tendo Pilatos autoridade para não condenar, não o fez, pois as suas prioridades eram outras e não queria perder o que tinha. Mas e nós? Como temos agido? Embora tenhamos autoridade para não pecarmos, para vivermos uma vida que traduza e revela Deus ao mundo, continuamos a viver como se não tivéssemos?

Esta é a questão que precisamos refletir e chamar para nós a responsabilidade, pois tendo o entendimento que fomos capacitados, que recebemos a autoridade para viver como filhos de Deus e rejeitar o pecado, precisamos tomar a decisão a quem vamos servir, pois não podemos viver o reino de Deus, andando em pecado, querendo preservar os nossos desejos, em detrimento da vontade do Pai e do propósito que Ele estabeleceu para as nossas vidas, por isso, precisamos fazer tudo segundo a autoridade que recebemos.

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