Expressão da justiça de Deus

foto por: Fahmi Ramadhan em Unsplash

Diante do pecado do outro e de seus erros precisamos aprender a agir e reagir como Cristo, pois tendo Ele autoridade para condenar; escolhe revelar misericórdia e graça perante das pessoas. E nós, como Seus discípulos, precisamos fazer o mesmo, pois não somos religiosos, mas filhos de Deus, feitos à imagem do Filho, para revelar o Pai ao mundo.

Quando os religiosos queriam condenar uma mulher adúltera e apresentam o caso perante Jesus, como Ele age? Podemos ler sobre isso no evangelho de João no capítulo oito, versículos dez e onze: “Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.]” (João 8.10–11, BEARA).

Esta é a maneira de revelarmos graça e misericórdia, caso contrário, se achamos que o pecado do outro é mais significativo que o nosso, que os erros dos outros são mais críticos que o nosso, então, não estamos entendendo a justiça de Deus, o Seu amor e Sua misericórdia. Precisamos compreender que temos que revelar o nosso Deus e manifestar a Sua justiça a todos e só fazemos isso quando agimos como Cristo, não condenando, mas ajudando o outro a entender quem ele é diante do Pai.

Expressamos a justiça de Deus quando compreendemos a limitação do outro e o ajudamos em sua jornada, revelamos a Sua graça e amor, para sermos instrumentos para que nosso irmão possa ver além do que tem visto até então.

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