Um pouco de pecado contamina toda a massa

Um pouco de fermento leveda toda a massa, assim é o pecado.

foto por: Jordane Mathieu em Unsplash

Temos que entender que fomos feitos novas criaturas quando nos submetemos a Cristo como Senhor e o reconhecemos como o nosso Salvador, pois neste processo, está o novo nascimento para recebermos do Espírito Santo, sermos pedras vivas do templo de Deus, expressão da Sua vontade e para a glória do Seu nome, por isso, não pode existir em nós e nem no meio da assembléia dos santos qualquer tipo de pecado, qualquer atitude relacionada ao pensamento natural que não seja expressão de fé e da justiça de Deus.

Paulo escrevendo aos irmãos de Corinto, na sua primeira carta, capítulo cinco, do versículo seis ao oito aborda esta questão embora se tratando de um assunto específico que era a fornicação no meio da igreja: “Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade.” (1Coríntios 5.6-8, BEARA).

Somo servos da justiça e não podemos oferecer os nossos membros ao pecado como se escravos fôssemos, pois fomos libertos para revelarmos o Pai e não devemos revelar as obras deste mundo, mas expressar o Pai a ele, pois só assim, cumprimos o nosso chamado e realizamos a missão que Ele nos entregou, tanto para expressar o reino, como para educar outros no processo de amadurecimento espiritual.

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