Nossa incredulidade

foto por: Daria Kopylova em Unsplash

Nem sempre damos crédito ao que ouvimos, aos que testemunham da vontade de Deus, e nem muitas vezes confirmamos se de fato é assim como se diz. Não olhamos as vidas para ver se as suas ações, ou seja, os frutos, confirmam o testemunho dado.

As mulheres falaram da ressurreição de Jesus, os discípulos que estavam a caminho de Emaús também, mas os apóstolos não creram e nem lembraram das palavras proferidas por Jesus quando ainda caminhava com eles.

Jesus os repreende por isso, como podemos ler em Marcos, capítulo dezesseis, versículo quatorze:  “Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado.” (Marcos 16.14, BEARA).

O nosso coração está cético e cercado de incredulidade quanto ao que nos falam e ensinam? Esta é uma questão muito importante em nossas vidas, pois podemos manifestar a nossa religiosidade e as crenças nos valores naturais, como os apóstolos, pois o testemunho de mulheres não valia nada na época.

E nós em nosso tempo? Precisamos aprender a olhar as coisas pela perspectiva espiritual, não natural. Precisamos olhar frutos que as vidas produzem e observarmos os seus testemunhos, não o que nós simplesmente cremos ou os valores que aprendemos. Não podemos ser céticos, mas precisamos andar pelo que temos aprendido das Escrituras e julgando tudo segundo o que ela nos fala e ensina.

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