Corrupção política e religiosa

foto por: Michael D Beckwith em Unsplash

Precisamos nos ater a nossas ações, aos desejos de nosso coração para não nos corrompermos e nem sermos instrumentos na vida dos outros para contaminá-las com ensinos e pensamentos equivocados que traduzem a corrupção e não a justiça de Deus.

Jesus, ensinando a Seus discípulos, em Marcos, capítulo oito, versículos quinze e dezesseis afirma: “ Jesus chamou a atenção deles, dizendo: Fiquem alertas e tomem cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes! Aí os discípulos começaram a dizer uns aos outros: — Ele está dizendo isso porque não temos pão.” (Marcos 8.15–16, NTLHE).

Não tem duas coisas mais perniciosas que o pensamento religioso que dominava os fariseus na época de Cristo e que perdura até hoje transvestidos de outros títulos e de religiosidades, inclusive, a transformação do Cristianismo em religião; e também, temos o pensamento político corrupto, do uso do poder em benefício próprio e não para exercer a função de maneira a cumprir a justiça social.

Podemos ser corrompidos pelo poder e por nossa religiosidade, não podemos nos deixar ser movidos por este tipo de fermento. O fermento, por menor que seja, é capaz de contaminar toda uma massa, seja para o bem, seja para o mal, por isso, não podemos nos corromper pelo poder e nem por estabelecimento de regras como se isso pudesse conduzir as pessoas ao conhecimento de Deus.

Precisamos pensar como Cristo, pois temos a Sua mente, para vivermos neste mundo como filhos de Deus, revelando e manifestando a Sua graça e compaixão, mas para isso, precisamos fazer da nossa vida, a oferta em favor das pessoas, como Ele fez.

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