Não da aparência, mas do coração

foto por: Tom & Sini em Unsplash

A nossa contaminação e o contaminar os outros não está na aparência e nem se trata de regras de poder ou não fazer as coisas, pois o que nos impede de vivermos e revelarmos o reino de Deus ao mundo é o que está no nosso coração, o que procede do pensamento natural e não tem nada a ver com o que é eterno e nem com as virtudes de Deus.

Jesus explicando às pessoas e aos discípulos, capítulo sete de Marcos, versículos dezoito e dezenove, afirma: “ Então ele disse: — Vocês são como os outros; não entendem nada! Aquilo que entra pela boca da pessoa não pode fazê-la ficar impura, porque não vai para o coração, mas para o estômago, e depois sai do corpo. Com isso Jesus quis dizer que todos os tipos de alimento podem ser comidos.” (Marcos 7.18–19, NTLHE). Ele deixou claro que não é o que vem de fora, não é o que comemos, mas, o que procede do nosso coração que nos contamina, como Ele afirmou do versículo vinte e um ao vinte e três: “Porque é de dentro, do coração, que vêm os maus pensamentos, a imoralidade sexual, os roubos, os crimes de morte, os adultérios, a avareza, as maldades, as mentiras, as imoralidades, a inveja, a calúnia, o orgulho e o falar e agir sem pensar nas conseqüências. Tudo isso vem de dentro e faz com que as pessoas fiquem impuras.” (Marcos 7.21–23, NTLHE).

Precisamos entender que a nossa vida não se trata de religiosidade, nem de regras, mas de compreendermos que recebemos um novo coração, que temos da vida de Deus e que devemos revelá-Lo por meio de nossas palavras e ações e que não podemos ser escravos dos desejos naturais, pois para eles morremos para revelar Cristo ao mundo. Quando nos sujeitamos à carne, ao pensamento natural, o que estamos fazendo é revelando o homem natural.

Precisamos aprender a andar no Espírito, a compreender que somos livres para servirmos a justiça e sermos seus instrumentos e da vontade de Deus e não escravos do pensamento natural. Temos a responsabilidade de santificar as pessoas, conduzindo-as ao conhecimento do Pai e não podemos contamina-las e sermos contaminados com os nossos pensamentos naturais que procedem de uma natureza pervertida que rejeita  a vontade de Deus.

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