Por que pensamos que podemos fazer diferente?

foto por: ALP STUDIO em Unsplash

Eis uma questão muito importante que devemos sempre refletir: a importância da oração em nossas vidas. E temos que entender que não se trata de ladainha, petições, falar, falar, mas também, de aprendermos a ouvir. Ouvir o que falamos, ouvir o que o Pai quer nos falar. Assim como Jesus, precisamos orar. Termos o nosso tempo junto com Deus, um tempo que aprendemos a ouvir sobre a Sua vontade e a colocar diante Dele nossas ansiedades e preocupações.

Jesus fazia isso. E está em Marcos, capítulo um, versículo trinta e cinco: “Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava.” (Marcos 1.35, BEARA).

Não se trata de fazer disso um ritual religioso, mas temos que olhar pela perspectiva de uma conversa com o Pai, um encontro com Ele, um tempo a sós. Precisa ser de madrugada? Claro que não. Conversamos no horário que nos sentimos melhor, mais tranquilos. Pode ser durante o dia ou noite, não faz diferença, mas temos que aprender a ter este tempo, pois faz parte do processo de amadurecimento, de conhecermos o Pai, de conhecermos a nós mesmos, para refletirmos sobre o que temos pedido e o quanto isso está alinhado com a Sua vontade. Faz parte do processo para revelá-Lo ao mundo.

A oração não é um tempo que se trata de Deus ou de nós, mas de conhecermos o Pai, compreendermos a Sua natureza para que conhecendo-O, possamos agir em favor da pessoas, cumprirmos nossa vocação e sermos instrumentos do Pai no mundo, conduzindo-as à reconciliação com Ele.

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