Não se trata de acharmos que estamos só!

foto por: Kyle Cottrell em Unsplash

A percepção que temos, algumas vezes, dos processos de Deus, nos conduz a pensarmos que estamos sós no meio de religiosidade e incredulidade, com um alto grau de imaturidade dos que nos cercam, mas não é assim. Ele está trabalhando, operando e colocando cada um em um lugar de maneira que possa ser instrumento para edificação do corpo de Cristo, para que haja a expressão da Sua vontade.

Paulo fala com relação a isso, na sua carta aos Romanos, no capítulo onze, do versículo um ao quatro, quando menciona Elias: “Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! Porque eu também sou israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, a quem de antemão conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura refere a respeito de Elias, como insta perante Deus contra Israel, dizendo: Senhor, mataram os teus profetas, arrasaram os teus altares, e só eu fiquei, e procuram tirar-me a vida. Que lhe disse, porém, a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal.” (Romanos 11.1–4, BEARA).

Nossa vida é calcada na fé, pois o justo vive por fé. Não se trata do que vemos, sentimos ou pensamos. Todo este processo, tudo que Deus está fazendo e operando em nosso meio, em nossos dias tem o propósito de nos conduzir ao amadurecimento, para sermos instrumentos na vida de outros,  guiando-os à maturidade e a revelarmos a Sua graça a todos, permitindo assim, que todos possam ser conduzidos ao conhecimento da vontade do Pai e ao amadurecimento. Mesmo que pareça que estamos sozinhos nesta jornada, não é assim, estamos cercados de pessoas que estão comprometidas com a vontade do Pai.

 

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