Constrangidos a não ser a oferta

foto por: Tamara Menzi em Unsplash

Somos movidos pelo Espírito a nos submetermos à vontade de Deus e sermos o instrumento da expressão da Sua vontade. Normalmente somos direcionados em sentido contrário pelas pessoas, constrangidos a não sermos a oferta, o sacrifício e movidos a nos preservarmos.

Temos que compreender a vontade de Deus e estarmos alinhados com o Seu propósito para não sermos demovidos do que compreendemos ser o que temos que fazer, assim como Paulo. Ele sabia o que passaria em Jerusalém, mas compreendia que tinha que ir, mas o que fazem os irmãos? Eles o instigam a não ir, como está em Atos, capítulo vinte e um, do versículo quatro ao seis:  “Encontrando os discípulos, permanecemos lá durante sete dias; e eles, movidos pelo Espírito, recomendavam a Paulo que não fosse a Jerusalém. Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos. E, despedindo-nos uns dos outros, então, embarcamos; e eles voltaram para casa.” (Atos dos Apóstolos 21.4–6, BEARA). E do versículo dez ao treze: “Demorando-nos ali alguns dias, desceu da Judéia um profeta chamado Ágabo; e, vindo ter conosco, tomando o cinto de Paulo, ligando com ele os próprios pés e mãos, declarou: Isto diz o Espírito Santo: Assim os judeus, em Jerusalém, farão ao dono deste cinto e o entregarão nas mãos dos gentios. Quando ouvimos estas palavras, tanto nós como os daquele lugar, rogamos a Paulo que não subisse a Jerusalém. Então, ele respondeu: Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.” (Atos dos Apóstolos 21.10-13, BEARA).

Estarmos sujeitos à vontade de Deus, andando no Espírito é que nos conduz ao entendimento do que devemos fazer, pois não se trata de querermos nos preservar, mas de cumprirmos o que seja a vontade do Pai quanto a testemunharmos e revelarmos o Reino neste mundo.

Que possamos fazer da nossa vida a oferta em favor das pessoas para que conheçam o Pai, como Paulo, mesmo que implique em morrermos fazendo isso.

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