O livramento segundo a perspectiva de Deus

foto por: Reinaldo Kevin em Unsplash

Muitas vezes queremos que Deus nos livre de certas situações, mas não trabalhamos na perspectiva e nem segundo a Sua vontade, mas, conforme nossos desejos. Precisamos entender que Ele pode nos livrar ou permitir que sejamos a oferta em favor das pessoas.

Quando olhamos a vida dos apóstolos, podemos observar isso, receberam livramento em diversas situações, mas em outras não. Temos o exemplo de Pedro, que estava preso e um anjo, enviado pelo Senhor, o livra da prisão. Poderia ter ficado preso e servido de testemunho, mas havia para a sua vida um propósito que deveria cumprir.

Podemos ler sobre este livramento, em Atos, no capítulo doze, e no versículo onze especificamente, sobre as palavras que ele, Pedro, proferiu: “Então, Pedro, caindo em si, disse: Agora, sei, verdadeiramente, que o Senhor enviou o seu anjo e me livrou da mão de Herodes e de toda a expectativa do povo judaico.” (Atos dos Apóstolos 12.11, BEARA).

O Senhor não livrou Estevão da morte, mas livrou Pedro, livrou Paulo em diversas situações, inclusive, não o livrou da morte que lhe foi inflingida. Talvez nunca venhamos a compreender o critério que hora livra, hora não, mas precisamos aceitar que Ele é soberano sobre todas as coisas que nos livrará ou não conforme a Sua vontade e segundo o papel que tem para que desempenhemos com relação ao Seu reino.

Que possamos compreender essas coisas e nos submetermos à vontade do Pai, para sermos Sua expressão neste mundo, revelando em qualquer situação, Sua graça infinita e Seu amor profundo por nós. Quando entendemos que morrer é lucro e o permanecer neste corpo, nesta vida, é uma honra. De qualquer maneira, independente do que possa acontecer sempre nos alegraremos no Senhor.

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