Nem sempre o testemunho é bem recebido

foto por: Olivier Fahrni em Unsplash

Precisamos entender que nem sempre o nosso testemunho é bem recebido, pois não há o interesse em conhecer a plenitude da vontade de Deus, mas, a preservação de um “status quo” que não traduz a Sua vontade, mas, interesses pessoais.

Não foi diferente com Paulo e não é conosco. Leiamos  em Atos,  capítulo nove, do versículo vinte e nove ao trinta e um: “Estava (Paulo)com eles em Jerusalém, entrando e saindo, pregando ousadamente em nome do Senhor. Falava e discutia com os helenistas; mas eles procuravam tirar-lhe a vida. Tendo, porém, isto chegado ao conhecimento dos irmãos, levaram-no até Cesaréia e dali o enviaram para Tarso. A igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judéia,Galiléia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número.” (Atos dos Apóstolos 9.29–31, BEARA).

Paulo de perseguidor a defensor, mas mesmo tendo o conhecimento sobre isso, nem todos aceitaram o seu testemunho. Assim como ele, devemos também, compreender, pois se não aceitaram Cristo, mas preferiram defender a sua religiosidade, devemos esperar. Não se trata de sermos religiosos e querermos converter as pessoas a nós, mas de nos submetermos à vontade do Pai, sermos expressão das Suas virtudes entre as pessoas, de revelarmos o Seu nome e esperarmos dos homens qualquer coisa, pois nem todos estão interessados na verdade e no conhecimento da vontade de Deus.

A igreja cresce não pelo nosso empenho, mas por expressarmos Deus ao mundo, como instrumentos da Sua justiça e do revelar das Suas virtudes a todos, mesmo que não recebam o nosso testemunho.

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