Nosso isolacionismo revela nossa religiosidade.

foto por: ROCIO GUILLEN em Unsplash

Quando não entendemos o nosso papel: nossa responsabilidade diante das pessoas e do mundo, achamos que devemos, na nossa religiosidade, nos fecharmos em nós mesmos, vivermos entorno de nós e não nos preocupamos com o principal papel da igreja que é revelar o Reino neste mundo, que está relacionado em proclamar as virtudes de Deus e salvar aquele que está perdido.

Queremos trazer as pessoas para o nosso convívio, mas não queremos ir até onde elas estão e ensina-las a viver de forma diferente, por uma perspectiva eterna, mas, conforme regras de comportamento.

Jesus passou por isso diante dos religiosos de Sua época. Em Mateus nove, versículo dez e onze está escrtio sobre isso: “E sucedeu que, estando ele em casa,à mesa, muitos publicanos e  pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos. Ora, vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?” (Mateus 9.10–11, BEARA). Mas o que Jesus responde? Isto está nos versículos doze e treze: “Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores [ao arrependimento].” (Mateus 9.12–13, BEARA).

A igreja tem que estar no mundo, apresentando uma perspectiva diferente de como  se deve viver. Não podemos nos deixar moldar pelos valores e pensamentos naturais, mas, revelar valores eternos nos nossos relacionamentos. Estar entre aqueles que não conhecem a Deus, mas expressando as virtudes Daquele que nos tirou das trevas, pois só assim, seremos relevantes e faremos diferença, pois praticaremos obras que glorificam o Pai, revelaremos a Sua justiça e manifestaremos o Seu Reino neste mundo para que Ele seja glorificado em nós e através de nós, como o Seu nome seja santificado por meio de nossas vidas.

Vivermos o Reino como Cristo, implica em fazermos da nossa vida uma oferta em favor daqueles que não conhecem o Pai e sermos instrumentos para que aprendam a viver a Sua vontade como ensinar outros a fazerem o mesmo.

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