A questão não é a desgraça alheia

Não é a desgraça alheia, mas a sua salvação

foto por: Alex Wigan em Unsplash

O final dos tempos não será fácil, virão tribulações, muito sofrimento e dor, mas o que é importante nisto tudo é que entendamos o nosso papel, compreendamos que nossa responsabilidade é reconciliarmos as pessoas com Deus e que para isso devemos santificar o procedimento para revela-Lo ao mundo e como Seus filhos, manifestarmos a compaixão e oferecermos nossas vidas, como Cristo.

As revelações de Apocalipse têm o propósito de despertar em nós a ação de compaixão e compreendermos que precisamos ser a oferta em favor dos outros para que cheguem ao conhecimento do Pai.

Por isso, quando lemos em Apocalipse, capitulo nove, versículo um e dois, temos: “Depois o quinto anjo tocou a sua trombeta, e eu vi uma estrela que tinha caído do céu na terra, e ela recebeu a chave do abismo. A estrela abriu o poço do abismo, e dele saiu fumaça, como se fosse de uma grande fornalha. E o sol e o ar escureceram com a fumaça que saía do abismo.” (Apocalipse 9.1–2, NTLHE).

O que sucede? Fala de sofrimento das pessoas. No sexto selo, fala acerca morte de terça parte da humanidade, de fogo, fumaça e enxofre, de pragas e afirma que mesmo diante de tanto sofrimento essas pessoas não se arrependerão de seus atos. Por isso, antes que cheguem esses dias, como filhos de Deus, temos que agir em favor das pessoas, fazendo da nossa vida uma oferta para que possam conhecer o Pai e a Sua vontade.

Precisamos compreender que o livro de revelações não é para mostrar o que irá acontecer e buscarmos a nossa salvação, mas o entendimento de que tendo sido salvos, possamos agir e ofertar a nossa vida em favor das pessoas.