Eles não tinham entendido as Escrituras

Entender a vontade de Deus

foto por: Ben White em Unsplash

Será que como os apóstolos, durante a ressureição de Jesus, nós também ainda não entendemos as Escrituras, não compreendemos o reino de Deus, nem o que somos neste mundo diante do Pai e das pessoas? Precisamos escutar, não somente ouvir, precisamos enxergar e não simplesmente ver, precisamos aprender a olhar segundo a perspectiva espiritual e não religiosa.

Os discípulos quando estavam vivendo o momento da ressurreição de Cristo, como podemos ler em João, capítulo vinte, versículos oito e nove, não tinham entendido as Escrituras: “Aí o outro discípulo, que havia chegado primeiro, também entrou no túmulo. Ele viu e creu. (Eles ainda não tinham entendido as Escrituras Sagradas, que dizem que era preciso que Jesus ressuscitasse.)” (João 20.8–9, NTLHE). Nem eles, nem Maria, nem qualquer outra pessoa, mas Jesus, após falar com Maria, afirma algo muito importante, como podemos ler no versículo dezessete:  “ Jesus disse: — Não me segure, pois ainda não subi para o meu Pai. Vá se encontrar com os meus irmãos e diga a eles que eu vou subir para aquele que é o meu Pai e o Pai deles, o meu Deus e o Deus deles.” (João 20.17, NTLHE).

O que podemos observar? Uma atitude diferente que qualquer um de nós teríamos. Mesmo diante da traição, do que padeceu sozinho, não teve uma atitude de vingança e revolta. Não porque não era humano, mas, porque conhecia o Pai e a Sua vontade e a essa tinha se submetido integralmente. Este é o primeiro ponto que precisamos aprender no primeiro momento. O segundo aspecto importante deste processo: Ele não excluiu, mas incluiu, trouxe os discípulos para perto Dele, pois compreendia que eles ainda não entendiam todas as coisas e não tinham recebido o Espírito Santo. A Sua atitude de chama-los de irmãos, de dizer que iria para o Pai Dele, mas também deles, que iria para o Deus Dele, mas também o deles.

Precisamos nestas pequenas coisas compreender as Escrituras e a vontade de Deus, buscar zelosamente por compreender essa vontade e não olhar segundo a perspectiva religiosa e humana, mas, conforme a realidade espiritual que fomos inseridos por Deus. Somos filhos, somos a semelhança de Cristo, temos e podemos, segundo o poder do Espírito Santo, que nos foi concedido, vivermos como Cristo.

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