Salvar a nós mesmos ou a compaixão?

Salvarmos uns aos outros

foto por: Jake Thacker em Unsplash

A consciência de quem somos, o entendimento da obra de Deus em nossas vidas, nos fazendo novas criaturas, pessoas que receberam da natureza divina, que fomos chamados para sermos Seus imitadores e assim como Cristo,  precisamos fazer de nossas vidas uma oferta em favor dos outros, revelando em atos de compaixão e assim glorificar o Seu nome. Não podemos querer salvar a nós mesmos, mas nos oferecermos em favor de muitos.

Jesus podia se livrar da cruz? Sim, poder Ele tinha para isso, mas o verdadeiro amor, a expressão da compaixão está em não se salvar, mas assegurar que a vontade do Pai se cumpra para que todos possam ser salvos. Em João, capítulo dezoito, versículo onze, podemos ler sobre este ato de Jesus, quando Pedro pega da espada: “ Mas Jesus disse a Pedro: — Guarde a sua espada! Por acaso você pensa que eu não vou beber o cálice de sofrimento que o Pai me deu?” (João 18.11, NTLHE).

Não se trata de querermos salvar a nós mesmos, mas entendendo quem somos e o que recebemos, assegurarmos que a vontade do Pai irá se realizar por meio de nossas vidas. Não se trata de esperar por Ele, por um milagre, mas fazermos da nossa vida uma oferta, renunciarmos a nós mesmos para que os outros possam ser salvos. Assim como Cristo, que possamos nos oferecermos e nos submetermos à vontade do Pai e ver a Sua obra e vontade serem realizadas em nós e através de nós.

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