Quando ofertamos mais?

Precisamos da consciência, do entendimento do que seja fazer a oferta. Ofertamos as nossas vidas, os recursos que administramos, nossos talentos em favor do corpo e das pessoas para que conheçam e compreendam a vontade de Deus. Ela pode ser do que sobra, ou pode ser tudo que temos.

Temos a história de Jesus sobre a viúva que depositou duas moedas e dos ricos que colocavam grandes quantidades no gazofilácio. Jesus disse que ela havia dado mais que todos os outros.

Ele afirma isso, em Marcos no capítulo doze, no versículo quarenta e quatro, como podemos ler: “ Porque os outros deram do que estava sobrando. Porém ela, que é tão pobre, deu tudo o que tinha para viver.” (Marcos 12.44, NTLHE).

Qual tem sido a nossa oferta? E isto na perspectiva de recurso, de tempo, de nossas vidas, dos nossos talentos. Temos que entender se somos religiosos ou verdadeiros cristãos que entenderam a vontade do Pai.

Quando temos consciência que fomos comprados, que não somos de nós mesmos, que tudo que temos pertence ao Senhor, então, começamos a ter o entendimento de como deve ser a nossa oferta em favor das pessoas, tanto de recurso financeiro, como de tempo. Pois não podemos dar esmolas, mas, manifestando a compaixão, o amor, a graça e misericórdia, fazermos da nossa vida um sacrifício vivo, santo e agradável ao Pai, em favor de todos para que O conheçam na plenitude da Sua vontade.

foto: Jeremy Yap

 

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