O compromisso de quem entende

Quiçá venhamos a ter o entendimento de Paulo quanto a quem somos e o nosso papel neste mundo para não perdermos tempo com futilidades e nem sermos verdadeiras testemunhas do Diabo, andando segundo o pensamento natural, sendo egoístas e propagando uma religiosidade que nada tem a ver com a vontade de Deus.

Paulo entendia quem era e o seu papel, como podemos ler na carta aos Romanos, no capítulo um nos versículos um e dois: “Eu, Paulo, servo de Cristo Jesus, escrevo esta carta. Deus me chamou e me separou para ser seu apóstolo, a fim de que eu anuncie a boa notícia do evangelho de Deus. Há muito tempo essa boa notícia foi prometida por Deus, por meio dos seus profetas, e escrita nas Escrituras Sagradas.” (Romanos 1.1–2, NTLHE).

E ele compreendia sua responsabilidade diante de Deus e das pessoas, como um constrangido, com a verdadeira compaixão, querendo que todos alcançassem a salvação e ele afirmou sobre o seu dever, nos versículos quatorze e quinze:  “ Pois é meu dever pregar a todos, tanto aos civilizados como aos não-civilizados, tanto aos instruídos como aos sem instrução. …” (Romanos 1.14–15, NTLHE).

Será que compreendemos esta responsabilidade? Nos vemos como servos do Senhor? Entendemos que é a nossa obrigação natural, revelarmos o reino, proclamarmos as boas novas, revelar Deus ao mundo por meio das nossas obras?

Se ainda não caiu a ficha e vivemos amarrados aos nossos desejos, nossa vontade, nos achamos cheios de direitos, vivemos para satisfazer as nossas necessidades e atender os nosso sonhos, ainda vivemos como escravos, debaixo do domínio do pecado e não entendemos a obra de Deus em nossas vidas, a libertação concedida por meio de Cristo Jesus, que fomos comprados por um preço muito alto, que não somos de nós mesmos e que temos uma responsabilidade perante o Reino e as pessoas.

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