Quando pensamos que tudo está perdido, que não tem mais solução, que estamos sem saída, então, diante de uma promessa para testemunho do Reino e da vontade de Deus, na Sua graça, como último fio de esperança, Ele opera de maneira a trazer o livramento e alívio para as nossas almas já cansadas e quase desanimadas. Nos perguntamos, é assim que Ele age?
Ele tem um processo nos conduzindo em uma jornada de crescimento, amadurecimento para sermos expressão de quem Ele é, para que O conheçamos, confiemos e esperemos sempre Nele, por causa da Sua misericórdia. Ele nos conduz ao caminho da maturidade e fé para podermos ser o instrumento que Ele deseja que sejamos no revelar o Reino e para que, como seres espirituais, aprendamos a nos esforçar para sermos humanos e revelarmos todo o Seu plano e propósito.
Com Paulo não foi diferente. Tinha uma promessa de ir para Roma, testemunhar da Sua fé, mas em uma encruzilhada onde o que ele vislumbrava era somente a sua morte, mas de maneira especial, Deus provê o livramento, conduzindo-o para o governador e assim iria ser enviado à Roma.
A forma de livrá-lo foi trazendo ao comandante a trama para mata-lo, como podemos ler em Atos, no capítulo vinte e três, no versículo trinta:
“Quando fui informado de que havia um plano para matá-lo, resolvi mandá-lo ao senhor. E disse para aqueles judeus que fizessem as acusações na sua presença. “Saúde. “Cláudio Lísias.”” (Atos dos Apóstolos 23.30, NTLHE).
Assim como Paulo, precisamos aprender a confiar e a descansar no Senhor e compreendermos que Ele é toda a nossa esperança, Ele é soberano sobre todas as coisas e irá nos livrar se for necessário e não irá nos poupar se isto traduzir em uma oferta em favor de outros para que haja a salvação e reconciliação. Ele sempre fará o que é o melhor para o Reino, para o cumprimento da Sua vontade e para todos sejam reconciliados com Ele.