Temos que entender o amor de Deus em sua plenitude e não somente como um sentimento de “gostar muito do outro”, pois como sabemos que Deus amou o mundo de tal forma que “deu” o Seu filho para que todos os que Nele cressem não se perdessem, mas fossem salvos.
Esta é a dimensão do amor que temos que entender, um amor que se dá, que oferta em favor do outro, independente do que terá que passar ou padecer para que o outro alcance o entendimento e seja salvo pela graça de Deus por meio da fé.
Paulo não agiu diferente e nem abandonou o que compreendeu ser a vontade de Deus, fazendo da sua vida uma oferta em favor da vontade do Pai, como podemos ler em Atos no capítulo vinte, versículos vinte e dois e vinte e três: “Agora eu vou para Jerusalém, obedecendo ao Espírito Santo, sem saber o que vai me acontecer lá. Sei somente que em todas as cidades o Espírito Santo tem me avisado que prisões e sofrimentos estão me esperando.” (Atos dos Apóstolos 20.22–23, NTLHE).
Se temos conhecimento e compreendemos a vontade de Deus e da Sua oferta em nosso favor não hesitaremos, compreendendo quem somos, em vivermos em prol das pessoas, independente de merecerem ou não, para que possam conhece-Lo, arrependendo de seus pecados e se sujeitando à Sua vontade.
Pois, sabemos que é mais bem aventurado o oferecer, o dar do que a expectativa e o desejo de receber, como Paulo falou no versículo trinta e cinco: “Em tudo tenho mostrado a vocês que é trabalhando assim que podemos ajudar os necessitados. Lembrem das palavras do Senhor Jesus: “É mais feliz quem dá do que quem recebe.”” (Atos dos Apóstolos 20.35, NTLHE).
Que possamos aprender e fazermos da nossa vida uma oferta em favor das pessoas para que sejam salvas e libertas do domínio do pecado e da ignorância quanto ao conhecimento do Senhor, pois neste ato está a verdadeira expressão de amar o irmão.