Nossa sinceridade pode nos conduzir por caminhos que não traduzem a vontade de Deus, mas no Seu operar e soberania, nos conduz no realizar e cumprir do Seu querer, mesmo que nossas intenções sejam outras, Ele nos endireitará e nos mostrará a Sua vontade, independente do quanto estejamos sendo sinceros e religiosos em nosso propósito.
Temos a situação de Paulo, em Atos, no capítulo nove, nos versículos um e dois, que tinha por objetivo, perseguir os cristãos que estavam em Damasco e defender o judaísmo, como podemos ler: “Enquanto isso, Saulo não parava de ameaçar de morte os seguidores do Senhor Jesus. Ele foi falar com o Grande Sacerdote e pediu cartas de apresentação para as sinagogas da cidade de Damasco. Com esses documentos Saulo poderia prender e levar para Jerusalém os seguidores do Caminho do Senhor que moravam ali, tanto os homens como as mulheres.” (Atos dos Apóstolos 9.1–2, NTLHE). Mas Deus, na Sua misericórdia e graça, conduz este homem para outra realidade, levando-o a se converter ao evangelho, como está do versículo três ao cinco: “Mas na estrada de Damasco, quando Saulo já estava perto daquela cidade, de repente, uma luz que vinha do céu brilhou em volta dele. Ele caiu no chão e ouviu uma voz que dizia: — Saulo, Saulo, por que você me persegue? — Quem é o senhor? — perguntou ele. A voz respondeu: — Eu sou Jesus, aquele que você persegue.” (Atos dos Apóstolos 9.3–5, NTLHE).
Despois desta revelação, depois dele compreender que não estava perseguindo uma religião e nem pessoas, mas, o próprio Cristo, ele em Damasco, depois de ter sido apresentado ao evangelho, converteu se e passou a defender o que ele antes perseguia.
Deus nos conduz a um processo de amadurecimento, entendimento e nos leva a nos submeter a Ele. Temos que aprender a ouvi-Lo quando está falando conosco e nos conduzindo nesta jornada, para não sermos empecilhos ou não agirmos pela nossa sinceridade religiosa e nem nos opondo ao que seja a Sua vontade.
Que aprendamos a ser diligentes e nos submeter à vontade de Deus e ao Seu querer para nossas vidas e não sermos tão resistentes como Saulo foi.