Quando compreendemos que somos um reino de sacerdotes, nação de Deus, povo de Sua propriedade, entendemos o quanto devemos estar comprometidos com os valores eternos e não nos corrompermos como aconteceu com a nação de Israel. Podemos ler a palavra que Miquéias trouxe à nação, no capítulo três, do versículo nove ao doze.
“Escutem agora isto, governantes da casa de Jacó e chefes da casa de Israel, vocês que detestam a justiça e pervertem tudo o que é correto, que edificam Sião com sangue e Jerusalém, com iniquidade. Os seus cabeças dão as sentenças por suborno, os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro. E ainda se apoiam no SENHOR, dizendo: “Não está o SENHOR no meio de nós? Nenhum mal nos sobrevirá.” Portanto, por causa de vocês, Sião será lavrada como um campo, e Jerusalém se tornará um montão de ruínas, e o monte do templo, numa colina coberta de mato.” (Miquéias 3.9–12 NAA)
Temos uma responsabilidade e um compromisso com o nosso Deus que temos que entender: sermos luz no mundo, responsáveis por revelar a Sua multiforme sabedoria e as Suas virtudes a todos. Cientes disso, precisamos buscar o conhecimento do Pai para andarmos na Sua vontade e praticarmos a justiça, revelando o Seu amor. Quando cuidamos de nossos interesses, então, não estamos agindo de forma diferente daqueles que governavam e dos sacerdotes, não cumprindo o nosso papel contrariando a vontade do Pai. Não podemos nos corromper e nem andar no caminho pervertido.
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