Como a mulher estrangeira que procurou Jesus para que libertasse a sua filha, nós somos também provados em nossa fé, como um processo para nós mesmos, como podemos observar no texto em Marcos, no capítulo sete, do versículo vinte e quatro ao vinte e nove.
“Levantando-se Jesus, saiu dali e foi para as terras de Tiro e Sidom. Tendo entrado numa casa, não queria que ninguém soubesse onde ele estava. No entanto, não pôde ocultar-se, porque uma mulher, cuja filhinha estava possuída de espírito imundo, logo ouviu falar a respeito de Jesus. Ela veio e se ajoelhou aos pés dele. Essa mulher era estrangeira, de origem siro-fenícia, e pedia a Jesus que expulsasse o demônio da sua filha. Mas Jesus lhe disse: — Deixe primeiro que os filhos se fartem, porque não é correto pegar o pão dos filhos e jogá-lo aos cachorrinhos. A mulher respondeu a ele: — Senhor, os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem das migalhas das crianças. Então Jesus disse à mulher: — Por causa desta palavra, você pode ir; o demônio já saiu da sua filha.” (Marcos 7.24–29 NAA)
Diante das dificuldades, lutas e muitas vezes, falta de respostas, qual a nossa atitude? Desistimos e procuramos outra solução ou insistimos com o nosso pedido, até termos a resposta do Senhor, mesmo que negativa? São nestas situações que podemos observar o quanto somos provados na fé. E são nestes momentos que podemos observar o quanto crescemos e temos amadurecido.
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