Quando compreendemos quem somos e que é nosso papel revelar o amor de Deus, manifestando a Sua misericórdia e graça, entendemos que a vingança não é nossa responsabilidade, mas devemos manifestar o Seu amor, como podemos ler o que Paulo escreveu aos Romanos, no capítulo doze, do versículo dezessete ao vinte e um.
“Não paguem a ninguém mal por mal; procurem fazer o bem diante de todos. Se possível, no que depender de vocês, vivam em paz com todas as pessoas. Meus amados, não façam justiça com as próprias mãos, mas deem lugar à ira de Deus, pois está escrito: “A mim pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor.”. Façam o contrário: “Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber; porque, fazendo isto, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele.” Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem.” (Romanos 12.17–21 NAA)
Não existe maior expressão do amor de Deus quando compreendemos que devemos nas nossas relações, não destilar o mal contra o próximo, mas, fazer o bem e não só isso, mas aos inimigos, devemos também revelar o amor do Pai, para que Ele possa ter oportunidade de conhecer a Deus e revelar o irmão que é. Não estamos aqui para fazer o mal, podemos até sermos objeto do mal dos outros, mas devemos ser de Deus a oferta para que o amor do Pai seja revelado.
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