Na nossa religiosidade podemos até pensar que estamos livres ou que podemos livrar a nossa cara diante de Deus, mas não, como Paulo afirma na carta aos Romanos, no capítulo dois, do versículo dezessete ao vinte e quatro sobre os judeus.
“Mas, se você diz que é judeu, confia na lei e se gloria em Deus; se você conhece a vontade de Deus e aprova as coisas excelentes, sendo instruído na lei; se você está convencido de que é guia dos cegos, luz dos que se encontram em trevas, instrutor de insensatos, mestre de crianças, tendo na lei a forma da sabedoria e da verdade —você, pois, que ensina os outros, não ensina a si mesmo? Você, que prega que não se deve roubar, rouba? Você, que diz que não se deve cometer adultério, adultera? Você, que detesta ídolos, rouba os templos? Você, que se gloria na lei, desonra a Deus pela transgressão da lei? Pois, como está escrito: “O nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vocês.” Romanos 2.17-24 NAA
Não é uma questão de saber sobre o que Deus afirma, nem sobre o que se deve ou não fazer, pois se condenamos os outros nas suas obras, mas fazemos o mesmo, revela que não entendemos nada e que somos tão condenáveis ou até mesmo mais que os que não conhecem. Não temos que nos gloriar nas Escrituras se não a vivemos. Não temos como assegurar que Deus está conosco se andamos segundo as obras das trevas. Temos que entender que quem é de Deus anda segundo as Suas virtudes, revelando o Seu amor ao mundo.
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