Uma oferta para a corrupção

“Chamou Faraó a Moisés e a Arão e disse: Ide, oferecei sacrifícios ao vosso Deus nesta terra. Respondeu Moisés: Não convém que façamos assim porque ofereceríamos ao Senhor, nosso Deus, sacrifícios abomináveis aos egípcios; eis que, se oferecermos tais sacrifícios perante os seus olhos, não nos apedrejarão eles? Temos de ir caminho de três dias ao deserto e ofereceremos sacrifícios ao Senhor, nosso Deus, como ele nos disser.” (Êxodo 8.25–27 RA).

O que estava o faraó oferecendo a Moisés? A possibilidade de realizar o sacrifício, de exercer a sua religião sem que tenha que abandonar as práticas da escravidão que o povo estava sujeito. Ele lhes permitiria viver sua religiosidade, sem que houvesse o rompimento com a realidade atual. Assim como esta oferta foi feita ao povo de Israel, recebemos do diabo a mesma oferta. Ele não nos impede de vivermos a nossa religiosidade, muito pelo contrário, ele nos incentiva, mas, nos oferece a possibilidade de continuarmos com a nossa vida, sem que haja mudança de atitude e da realidade que estamos inseridos da escravidão do pecado. É impossível desfrutarmos da liberdade e da vida com Deus, praticando uma religião com o pé nos valores e práticas deste mundo, pois Cristo veio para nos dar vida e nos libertar, levando-nos a uma nova realidade espiritual, com discernimento, segundo os valores eternos. Não podemos sucumbir a uma oferta para a corrupção, aparentando libertação. Nosso culto deve ser segundo a vontade de Deus e não pelas regras e maneira de pensar do mundo.