Estarmos atentos aos falsos mestre

foto por: Tim Gouw em Unsplash

A única coisa que podemos ter a certeza é que surgirão falsos mestres, como existiram os falsos profetas, pois pessoas que buscam a própria vontade, usam dos outros para alcançar objetivos pessoais, são avarentos e usam da piedade para atender seus desejos é algo tão natural quanto a certeza que temos do dia de amanhã.

Pedro em sua segunda carta, capítulo dois, do versículo um ao três, afirma: “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme.” (2Pedro 2.1–3, BEARA).

Ter o caminho difamado, fazer comércio das pessoas e tantas outras coisas que temos visto no mundo, na religiosidade, nas escolhas que muitas vezes, até nós fazemos, é normal. O que precisamos entender é que não podemos esquecer de quem somos, o que recebemos, como devemos viver para que assim, possamos rejeitar o pensamento natural, a vontade da carne e nos submetermos ao Pai e ao Seu querer, para sermos luz neste mundo e sal nesta terra.

Não vivemos de expectativas e nem das promessas dos falsos mestres, mas do conhecimento da vontade do Pai e das Escrituras e em nos oferecermos para sermos servos da justiça, expressão das virtudes do Pai no mundo.

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