O Espírito que nos conduz

foto por: Perry Kibler em Unsplash

O Reino de Deus não se trata do nosso poder de convencimento, das palavras que proferimos e nem do quanto queremos persuadir as pessoas sobre o que pensamos, mas do quanto nos colocamos como servos uns dos outros, a quem servimos, do quando somos vasos de honra, modelos e exemplos para os outros para que haja o crescimento e amadurecimento decorrente da graça de Deus que opera em nós, capacitando-nos para vivermos de forma piedosa, sendo conduzidos pelo Espírito à vontade do Pai.

Discutir ideias, tomar posições divergentes, querer que o nosso pensamento prevaleça não está relacionado à vida de igreja e nem a forma de viver de um cristão, pois não fomos chamados para isso, como Paulo instrui a Tito em sua carta, no capítulo três, do versículo nove ao onze: “Evita discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis. Evita o homem faccioso, depois de admoestá-lo primeira e segunda vez, pois sabes que tal pessoa está pervertida, e vive pecando, e por si mesma está condenada.” (Tito 3.9–11, BEARA).

Temos que entender que o reino de Deus não se trata de discussão de ideias, mas de sermos solícitos na prática de boas obras, que revelam o Pai, que proclamam a Sua glória e expressam o Seu conhecimento e vontade. Que nos ensina que o verdadeiro valor e importância está em sermos a oferta em favor das pessoas para que possam conhecê-Lo, por isso, precisamos compreender que temos que ser conduzidos pelo Espírito à unidade, a mesma fé, a expressão da mesma graça e revelação da mesma justiça.

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