O reconhecimento da eleição

foto por: Ian Liberry em Unsplash

Compreendemos a eleição, o recebimento da graça, pela sua expressão entre as pessoas e o testemunho que é dado a outros, tanto no falar como na maneira de viver, pois quem conhece a Deus, compreende que precisa transformar a forma de pensar, que não pode andar segundo o pensamento natural, mas tendo o entendimento que fomos feitos filhos, precisamos revelar o Filho ao mundo, sendo Seus imitadores, para que outros possam nos imitar e assim, agir como Cristo.

Paulo escrevendo em sua carta aos irmãos de Tessalônica, afirma no capítulo um, versículo quatro: “reconhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição” (1Tessalonicenses 1.4, BEARA). Por que ele reconhecia a eleição? Pela maneira como eles testemunhavam e como as pessoas falavam deles e de suas obras, como podemos ler nos versículos oito e nove:  “Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar coisa alguma; pois eles mesmos, no tocante a nós, proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro” (1Tessalonicenses 1.8–9, BEARA).

Servir ao Deus vivo e verdadeiro, implica em andarmos neste mundo como Seus imitadores, proclamando as Suas virtudes, agindo como Cristo diante das pessoas. Com quem aprendemos? Aprendemos com aqueles que nos ensinam sobre a vontade do Pai, por meio das Escrituras e pelo zelo em buscar a compreensão da vontade do Senhor e por ter o nosso entendimento iluminado para sermos luz neste mundo, sal nesta terra e para que as obras que realizarmos, revelem o Senhor e glorifiquem o Seu nome.

Introdução as cartas aos irmãos de Tessalônica

Reflexão do dia