Transformando em libertinagem a graça de Deus

foto por: Evgeni Tcherkasski em Unsplash

O crescimento espiritual é a única maneira de andarmos na vontade do Pai, por isso precisamos amadurecer, desenvolvendo a nossa fé,  pois à medida que conhecemos o Senhor, compreendemos que somos Nele, não nos enganaremos, nem nos deixaremos corromper, como não cairemos em artimanhas e armadilhas de homens sem escrúpulos que usam da graça de Deus para usar as pessoas em seu próprio favor. Falam do Pai, mas não conhecem e andam segundo suas paixões.

Judas, em sua carta, versículos três e quatro, fala sobre essas pessoas: “Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.” (Judas 3–4, BEARA). E no versículo oito, afirma com relação a esses:  “Ora, estes, da mesma sorte, quais sonhadores alucinados, não só contaminam a carne, como também rejeitam governo e difamam autoridades superiores.” (Judas 8, BEARA). E no versículo dez: “Estes, porém, quanto a tudo o que não entendem, difamam; e, quanto a tudo o que compreendem por instinto natural, como brutos sem razão, até nessas coisas se corrompem.” (Judas 10, BEARA). E no dezesseis: “Os tais são murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões. A sua boca vive propalando grandes arrogâncias; são aduladores dos outros, por motivos interesseiros.” (Judas 16, BEARA).

Precisamos conhecer o Pai e a Sua vontade para não nos sucumbirmos diante das nossas paixões e nem nos deixarmos levar por pessoas como tais, pois no Pai, nós que fomos criados Nele e para a Sua glória temos a responsabilidade de revelar Sua graça e misericórdia diante de todos, por isso, precisamos ser oferta em favor das pessoas, como Cristo, revelando e manifestando a graça diante de todos sem sermos movidos por interesses pessoais e paixões humanas, agindo de forma instintiva e animal, mas de forma voluntária, como uma oferta ao Senhor e à Sua vontade.

Introdução a carta de Judas

Reflexão sobre o passagem

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