Qualquer coisa que fizermos deve ser para revelar o Pai

foto por: Caleb Jones em Unsplash

Precisamos entender que o que fizermos ou deixarmos de fazer deve ter como propósito o revelarmos o Pai, pois nossas vidas devem ser uma oferta em favor das pessoas, como Cristo fez, para que tudo que fizermos, não importa o quê, deve ser para revelá-Lo, sendo ou não do nosso interesse, mas deve expressar o amor de Deus revelado em Cristo.

Por isso, na sua primeira carta aos Coríntios, capítulo dez, versículos trinta e um e trinta e dois, Paulo afirma: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus” (1Coríntios 10.31–32, BEARA). E ele fecha o capítulo afirmando o seguinte, como está no versículo trinta e três e no versículo um do capítulo onze: “assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos. Sede meus imitadores,como também eu sou de Cristo.” (1Coríntios 10.33–11.1, BEARA) .

Devemos buscar o interesse dos outros, não só o nosso para que eles possam ser salvos. Temos que imitar Cristo em Sua oferta, pois só assim, as pessoas terão a chance de conhecer o Pai. Mas se continuarmos a buscar os nossos interesses não haverá amadurecimento e nem entendimento da vontade do Pai e as pessoas não O conhecerão como precisam por meio de nossas vidas.

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