Temos uma corrida, não podemos desistir!

foto por: Jenny Hill em Unsplash

Precisamos compreender que a nossa vida é como uma corrida, cujo destino é a maturidade e a expressão da plenitude da vida de Cristo em nós, para revelarmos o Pai e manifestarmos o Seu reino, como conduzir as pessoas ao conhecimento de nosso Deus e de Sua salvação.

Somos chamados para ser santos, somos santificados por Cristo, mas devemos, rejeitando as paixões humanas, santificar o procedimento para revelarmos a vida de Deus e para que as nossas obras revelem que o Pai está em nós.

Paulo fala desta corrida na sua primeira carta aos irmãos de Corinto, capítulo nove, versículo vinte e quatro ele afirma que precisamos correr para alcançar o prêmio:  “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.” (1Coríntios 9.24, BEARA).

A nossa corrida não está relacionada a alcançarmos coisas desta vida, mas, uma coroa incorruptível, como está no versículo vinte e cinco: “Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível.” (1Coríntios 9.25, BEARA).

Mas para sermos a expressão de Cristo, não podemos desistir e devemos esmurrar o nosso corpo, reduzí-lo à escravidão da justiça, para que possamos cumprir o nosso papel. Não podemos nos sujeitar às paixões humanas, mas devemos revelar por meio do corpo a justiça de Deus. Ele fala sobre isso nos versículos vinte e seis e vinte e sete: “Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.” (1Coríntios 9.26–27, BEARA).

Alcançarmos a maturidade e sermos expressão do Senhor, para em todas as coisas, cumprirmos a Sua vontade e revelarmos Cristo, é uma jornada de amadurecimento, de conhecimento do Pai e, assim, sermos a oferta em favor dos outros.

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