Movidos pela inveja

foto por: Jack B em Unsplash

Quando somos movidos pela inveja, tendemos a nos afastar da verdade, da vontade de Deus e nos submetermos aos nossos desejos defendendo os nossos interesses. Não se trata de uma questão de ser ou não religioso, pois de uma maneira ou de outra, na inveja o que buscamos é eliminar toda ameaça que possamos sofrer.

Na crucificação de Jesus isto ficou bem claro, especialmente diante de Pilatos, onde os religiosos incitaram a multidão a pedir por Barrabás, como podemos ler em Marcos, capítulo quinze, do versículo nove ao onze:  “E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que eu vos solte o rei dos judeus? Pois ele bem percebia que por inveja os principais sacerdotes lho haviam entregado. Mas estes incitaram a multidão no sentido de que lhes soltasse, de preferência, Barrabás.” (Marcos 15.9–11, BEARA).

Por qual perspectiva olhamos as coisas do reino, a vontade de Deus? Se pensamos somente na religiosa, na defesa de nossas ideias, forma de pensar e não estamos prontos para aceitar novos desafios e de ver a vontade do Senhor, há uma grande probabilidade de sermos movidos por inveja e rejeitarmos o que Ele deseja nos revelar.

Precisamos estar atentos e vigilantes, julgando tudo à luz da palavra e abertos para ouvir sobre tudo e reter o que é bom para a edificação, crescimento e amadurecimento do corpo para que a Igreja seja fortalecida e cumpra o seu papel e missão neste mundo.

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