Na religiosidade, a semelhança

foto por:  Hayden Hunt em Unsplash

A religiosidade não é algo novo na raça humana, sempre existiu, desde os tempos antigos até os nossos dias, e isto, não tem nada a ver com o conhecimento do Pai e da Sua vontade. Na religião há a busca pelo realizar coisas com o intuito de alcançar as benesses do ente divino. No conhecimento do Pai e da Sua vontade, a compreensão que fomos feitos novas criaturas, criados à imagem do Filho, para que, com a autoridade recebida, possamos viver, revelando Cristo e manifestando as virtudes de nosso Deus e Pai.

Na história do povo de Israel, na época do exílio, quando o rei da Assíria transportou o povo para outros lugares e trouxeram outros para viver na região de Samaria, eles aprenderam a temer ao Senhor, mas não abandonaram seus deuses. Precisamos refletir se não estamos fazendo igual, se não temos aprendido a temer a Deus, mas continuamos com os nossos deuses na busca de nossos interesses, fazendo do próprio ventre o nosso deus, pois se assim for, precisamos refletir onde chegaremos com esta atitude.

Podemos ler sobre isso em segundo a Reis, capítulo dezessete, do versículo trinta e oito ao quarenta e um: “Da aliança que fiz convosco não vos esquecereis; nem temereis outros deuses. Mas ao Senhor, vosso Deus, temereis, e ele vos livrará das mãos de todos os vossos inimigos. Porém eles não deram ouvidos a isso; antes, procederam segundo o seu antigo costume. Assim, estas nações temiam o Senhor e serviam as suas próprias imagens de escultura; como fizeram seus pais, assim fazem também seus filhos e os filhos de seus filhos, até ao dia de hoje.” (2Reis 17.38–41, BEARA).

Continuamos a venerar os deuses que tínhamos antes de conhecer a Deus? Continuamos a viver segundo o mesmo pensamento natural? Ou o que temos feito é rejeitado tudo que procede de um coração natural e nos submetido a vontade de Deus, entendendo que fomos feitos novas criaturas, que temos um novo coração e que recebemos a autoridade para vivermos como filhos, rejeitando as paixões humanas e revelando as virtudes Daquele que nos tirou das trevas?

Precisamos compreender o que estamos fazendo e qual é o nosso papel neste mundo, para não cairmos no mesmo equívoco daqueles que rejeitaram a vontade do Pai, não honrando e nem glorificando o Seu nome.

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