Será que entendemos?

foto por Ant Rozetsky em Unsplash

Precisamos compreender que a cruz que temos que tomar não é a de Cristo, mas a nossa, pois Ele nos chama para seguirmos o Seu modelo. A cruz tem o simples significado de confessarmos ao mundo que morremos para nós mesmos e que o mesmo está protegido de nós, pois morremos como Cristo para este mundo e suas paixões para sermos instrumentos e expressão de Deus, para revelar a Sua vontade e manifestar a Sua glória.

Jesus, em Marcos, capítulo oito, do versículo trinta e quatro ao trinta e seis, está falando sobre isso: “Então, convocando a multidão e juntamente os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de mim e do evangelho salvá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8.34–36, BEARA).

A salvação está em compreendermos a obra de Cristo em nosso favor na cruz, em aceitarmos isso por fé, e nos submetermos a Ele como Senhor e Salvador de nossas vidas. Seguimos o Seu  modelo quando negamos a nós mesmos, isto é, rejeitamos o nosso pensamento natural, querer nos salvar ou mesmo nos preservar. Tomamos a nossa cruz, reconhecendo-a como instrumento de nossa morte para este mundo e seus valores. E adotamos em nossa vida o exemplo, o modelo de Cristo.

O modelo de Cristo está em fazer da Sua vida uma oferta em favor dos outros, revelando o amor do Pai, para que todos que estejam nas trevas, possam ter seu entendimento iluminado e possam conhecer a Deus. Assim como Ele, devemos fazer. Nisto está a verdadeira oferta, o verdadeiro amor, a expressão de Cristo, o revelar de Deus e o significado de negarmos a nós mesmos, tomarmos a nossa cruz e seguí-Lo.

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