Apenas um carpinteiro

foto por: Shashank Thapa em Unsplash

Apenas um carpinteiro, apenas um homem, somente parte da história. Não será assim que muitas vezes, na nossa ignorância e falta de conhecimento, agimos com relação a Cristo? Ele é  o enviado de Deus, para cumprir a Sua vontade, revelar os mistérios ocultos e trazer salvação aos homens. Nem sempre agimos com fé e na convicção das promessas feitas por Deus, mas precisamos amadurecer, conhecer e nos submetermos à Sua vontade, deixando de andar segundo o pensamento natural, para vivermos na plenitude da Sua vontade.

Jesus quando foi à sua terra, Nazaré, local onde cresceu, foi recebido não como o Messias, mas apenas como o carpinteiro, o menino que conheciam, que havia brincado nas ruas. Isto está em Marcos, capítulo seis, do versículo um ao quatro: “Tendo Jesus partido dali, foi para a sua terra, e os seus discípulos o acompanharam. Chegando o sábado, passou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se maravilhavam, dizendo: Donde vêm a este estas coisas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos? Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra, entre os seus parentes e na sua casa.” (Marcos 6.1–4, BEARA).

Não podemos viver pelo que vemos, mas por aquilo que não vemos, baseado no que está na palavra, não se trata de pensamento positivo, mas de conhecer a Deus. Quando conhecemos e compreendemos a vontade do Pai, deixamos de andar segundo a perspectiva natural e passamos a olhar segundo os olhos espirituais, baseados nas promessas realizadas, para que tendo a consciência e o entendimento da obra que Ele realizou em nossas vidas, não vivamos pela miserabilidade humana, mas na expressão da graça e da autoridade de filhos que O conhecem, e compreendem a Sua vontade, e a ela se submetem.

Não podemos andar como quem não conhece a Deus e nem a autoridade que nos concedeu por meio do Espírito. Precisamos revelar Cristo ao mundo, manifestar o amor e a graça para que todos possam conhecer a vontade do Pai.

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