Libertar os cativos

foto por: Aziz Acharki em Unsplash

Como no caso da pessoa que estava possessa de espírito imundo (o que tinha uma legião), mas nem sempre enxergamos que como ele, temos diversas pessoas, mesmo que não estejam possuídas, estão cegas e presas, sendo escravas do pecado e não compreendemos que somos os responsáveis por sua liberdade, como Jesus disse que era o Seu papel e que nos enviava como Ele foi enviado pelo Pai.

Esta história está em Marcos, capítulo cinco, do versículo um ao quatro podemos observar a situação daquele homem: “Entrementes, chegaram à outra margem do mar, à terra dos gerasenos. Ao desembarcar, logo veio dos sepulcros, ao seu encontro, um homem possesso de espírito imundo, o qual vivia nos sepulcros, e nem mesmo com cadeias alguém podia prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele, e os grilhões, despedaçados. E ninguém podia subjugá-lo.” (Marcos 5.1–4, BEARA).

Quantas pessoas são escravas de sua cegueira, religiosidade e não compreendem a vontade de Deus, não tem entendimento da libertação em Cristo e precisamos entender que somos a oferta de Deus, para trazer a libertação.

Para sermos este instrumento, precisamos estar preparados e conscientes de nosso papel e responsabilidade, pois não podemos deixar de santificar o procedimento para revelarmos o Pai ao mundo. Que possamos nos conscientizar que somos a oferta de Deus em favor das pessoas e que só assim terão o seu entendimento iluminado.

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