Divididos, sobreviveremos?

foto: Sammie Vasquez em Unsplash

Temos que entender a oração de Jesus em João dezessete, pois se não compreendermos a importância da unidade quanto ao propósito, como o que precisa ser feito, cada um irá tentar seguir o seu caminho e realizar a sua vontade e não chegaremos a lugar nenhum como família. É impossível pensarmos que divididos poderemos sobreviver como família.

Em Marcos, com os fariseus, depois deles afirmarem que Jesus expulsava demônios por Belzebu, Ele os ensina sobre esta questão, no capítulo três, do versículo vinte e dois ao vinte e cinco: “Os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: Ele está possesso de Belzebu. E: É pelo maioral dos demônios que expele os demônios. Então, convocando-os Jesus, lhes disse, por meio de parábolas: Como pode Satanás expelir a Satanás? Se um reino estiver dividido contra si mesmo, tal reino não pode subsistir; se uma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não poderá subsistir.” (Marcos 3.22–25, BEARA).

Temos que entender este aspecto muito importante, pois se não compreendermos que como família precisamos viver segundo o mesmo propósito, unidos quanto ao entendimento que temos do nosso papel neste mundo, pois se não abrirmos mão de nossa vontade, de nosso querer, para compreendermos a vontade do Pai e a ela nos submetermos, não seremos e nem expressaremos a vontade de Deus e nem seremos instrumentos de edificação na vida dos outros.

Para que haja unidade de propósito, para que possamos sobreviver como família, precisamos sacrificar a nossa vontade e nos oferecermos, antes de tudo a Deus e Sua vontade, para que possamos ser a oferta na vida uns dos outros para a edificação da Igreja e da família.

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