Na falta de esperança, o livramento!

foto por: Fernando Puente em Unsplash

Quantas e quantas vezes diante das dificuldades começamos a perder a esperança como se Deus não fosse soberano e não olhasse para nós. Achamos que fomos abandonados, mas precisamos aprender a olhar sob outra perspectiva. Não se trata de recebermos o livramento ou não, pois não dependemos do que possa nos acontecer, mas, de confiarmos em Deus quanto a Sua vontade e soberania, Ele pode nos trazer o livramento ou permitir que a nossa vida seja a oferta para que outros possam conhecê-Lo.

Paulo, juntamente com outras pessoas, passam por situações difíceis durante a viagem a Roma, mas quando todos já perderam a esperança, Deus concede a promessa de livramento, como podemos ler em Atos, capítulo vinte e sete, do versículo vinte e um ao vinte e seis: “Havendo todos estado muito tempo sem comer, Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Senhores, na verdade, era preciso terem-me atendido e não partir de Creta, para evitar este dano e perda. Mas, já agora, vos aconselho bom ânimo, porque nenhuma vida se perderá de entre vós, mas somente o navio. Porque, esta mesma noite, um anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo, dizendo: Paulo, não temas! É preciso que compareças perante César, e eis que Deus, por sua graça, te deu todos quantos navegam contigo. Portanto, senhores, tende bom ânimo! Pois eu confio em Deus que sucederá do modo por que me foi dito. Porém é necessário que vamos dar a uma ilha.” (Atos dos Apóstolos 27.21–26, BEARA).

O cumprimento deste livramento não foi no dia seguinte, levou ainda quatorze dias. Assim como Paulo, precisamos confiar em Deus. Não se trata de nos livrar ou não das situações. Podemos até receber, mas precisamos compreender que ela nem sempre vem no momento que desejamos, mas, quando for preciso para que as nossas vidas sejam testemunhas e expressão do conhecimento de Deus, por isso, morrer ou viver não é a questão, mas, se O expressamos e revelamos às pessoas nas adversidades.

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