A percepção dos outros e os seus interesses

foto por: Jonathan Weiss em Unsplash

Olhamos as coisas pela nossa perspectiva e ponto de vista, não aprendemos a olhar os outros nas suas opiniões, lutas, dificuldades, visão e entendimento que possuem. Precisamos aprender e compreender as pessoas e só assim, seremos capazes de trazer luz e um novo entendimento para elas, plantando sementes que poderão frutificar.

Os acusadores de Paulo o viam somente na perspectiva do mal que estava provocando a religião que defendiam, não viam sob outra ótica ou perspectiva. Quando foram acusar Paulo olhavam somente sobre o que estava fazendo ao judaísmo e não a mensagem que ele propagava e o que estava acontecendo na vidas das pessoas que se convertiam.

Esta acusação está em Atos, capítulo vinte e quatro, versículo cinco: “Porque, tendo nós verificado que este homem é uma peste e promove sedições entre os judeus esparsos por todo o mundo, sendo também o principal agitador da seita dos nazarenos,” (Atos dos Apóstolos 24.5, BEARA). E no versículo nove, podemos ler que os demais judeus também concordavam com isso: “Os judeus também concordaram na acusação, afirmando que estas coisas eram assim.” (Atos dos Apóstolos 24.9, BEARA).

A questão não é o ponto de vista dos judeus, mas o quanto temos sido como eles. Tudo que nos é falado, apresentado, como temos abordado? Segundo o nosso coração e nosso entendimento, ou sempre analisamos e julgamos conforme as Escrituras?

Precisamos aprender a agir segundo o que Deus deseja e não conforme o nosso coração. Precisamos julgar todas as coisas e reter o que for bom para o crescimento e amadurecimento da igreja.

Que possamos aprender a fazer das nossas vidas a oferta em favor da vontade de Deus.

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