Nossa resistência em ouvir o que Deus fala!!

foto por: Lloyd Dirks em Unsplash

Mostramos diferentes tipos e graus de resistência a tudo que é novo, seja o uso de uma tecnologia, uma forma de pensar ou mesmo uma perspectiva ou determinação da parte de Deus sobre a forma como devemos viver. Nós, muitas vezes, nos prendemos à nossa religiosidade e não enxergamos além do que queremos e não observamos o que o Pai já afirmou sobre Sua vontade para as nossas vidas.

Paulo, diante da multidão, quando testemunhava com relação a vontade de Deus, afirma em Atos, capítulo vinte e dois, do versículo dezenove ao vinte e dois: “Eu disse: Senhor, eles bem sabem que eu encerrava em prisão e, nas sinagogas, açoitava os que criam em ti. Quando se derramava o sangue de Estêvão, tua testemunha, eu também estava presente, consentia nisso e até guardei as vestes dos que o matavam. Mas ele me disse: Vai, porque eu te enviarei para longe, aos gentios. Ouviram-no até essa palavra e, então, gritaram, dizendo: Tira tal homem da terra, porque não convém que ele viva!” (Atos dos Apóstolos 22.19–22, BEARA).

Quando a multidão ouviu falar de gentio, ela simplesmente não queria ouvir mais sobre o que ele falava. Embora, em Jesus tenhamos o cumprimento da promessa feita a Abraão que por meio dele todas as famílias da terra seriam abençoadas, ela não lembrou desta promessa, mas por que a resistência? Simplesmente porque pensavam que deveriam viver fechados em si mesmos, não olhar além do que sua perspectiva já determinara.

Nós não somos diferentes, pois recebemos e fomos ensinados a viver nossa religiosidade que atende aos nossos interesses, mas não enxergamos e nem escutamos sobre o que é a vontade de nosso Pai quanto a sermos a oferta em favor de todos, porque, religiosamente pensamos que devemos nos poupar, salvar a nós mesmos, achamos que somos superiores e que o restante não merece o perdão de Deus (podemos não pensar assim, mas agimos segundo essa perspectiva).

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