Nossa atitude diante da oposição

Foto por: Cole Hutson  em Unsplash

Muitas vezes pensamos que com muita argumentação converteremos as pessoas ao entendimento que temos, e agimos com esta intenção, mas não são nossas palavras que irão convertê-las e sim a própria reflexão. Não está no muito falar, mas em como expomos e ainda assim, não quer dizer que se converterão.

Paulo teve diversas experiências na exposição do ensino sobre Jesus e uma delas está relatada em Atos, no capítulo dezoito, versículos seis e sete: “Opondo-se eles e blasfemando, sacudiu Paulo as vestes e disse-lhes: Sobre a vossa cabeça, o vosso sangue! Eu dele estou limpo e, desde agora, vou para os gentios. Saindo dali, entrou na casa de um homem chamado Tício Justo, que era temente a Deus; a casa era contígua à sinagoga.” (Atos dos Apóstolos 18.6–7, BEARA).

Não se trata de querer convencer e nem de ficar insistindo, mas devemos saber o momento de parar e deixar que o Espírito opere na vida das pessoas. Alguns, com o tempo se converterão, outros não. Não compete a nós determinar isso e muito menos, o nosso poder de persuasão; pois o que conduz as pessoas a Deus, não somos nós, mas o Espírito, somos somente instrumentos como parte do processo.

Que possamos aprender a sempre ofertar e termos a sabedoria para discernir o momento de pararmos, como Paulo, pois não se trata de fazer prosélitos, mas de conduzir as pessoas ao conhecimento de Deus.

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