Ouvimos e julgamos ou rejeitamos por inveja?

foto por: João Silas  em Unsplash

Deus, na Sua graça, está sempre operando, transformando e trazendo entendimento da Sua vontade, mas como temos agido? Temos sido nobres, ouvido e julgado o que temos escutado à luz do que fala a palavra ou simplesmente temos rejeitado por causa de nossa religiosidade? Temos que parar e pensar, pois podemos estar deixando de ouvir o que Ele tem para nós e perseverado em nossa hipocrisia religiosa.

Não foi diferente na época de Paulo e não é hoje, como está em Atos, dezessete. Primeiro, ele sempre ia a sinagoga anunciar a mensagem, depois, sendo rejeitada ou não, ele se dirigia aos gentios.

Depois de pregar em Tessalônica, quiseram prender Paulo por inveja, como podemos ler no versículo cinco: “Os judeus, porém, movidos de inveja, trazendo consigo alguns homens maus dentre a malandragem, ajuntando a turba, alvoroçaram a cidade e, assaltando a casa de Jasom, procuravam trazê-los para o meio do povo.” (Atos dos Apóstolos 17.5, BEARA). Já os de Béreia, como está do versículo dez ao doze, foram nobres, pois receberam e analisaram à luz das Escrituras: “E logo, durante a noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; ali chegados, dirigiram-se à sinagoga dos judeus. Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim. Com isso, muitos deles creram, mulheres gregas de alta posição e não poucos homens.” (Atos dos Apóstolos 17.10–12, BEARA).

Como temos tratado a mensagem que temos recebido? Acolhemos segundo a nossa conveniência e rejeitamos o que não nos interessa ou somos nobres e julgamos o que temos recebido segundo as Escrituras? Não podemos ser religiosos, não estamos aqui para defender os nossos interesses e muito menos nossa religiosidade, mas para ouvir a palavra e julgar o que nos é falado segundo o que está escrito.

Cresceremos e cumpriremos o nosso papel se compreendermos que se trata unicamente de nos submetermos à vontade de Deus, de sermos a oferta em favor das pessoas e instrumentos de salvação e reconciliação. Qualquer coisa diferente disto é religiosidade e expressão de vontade do homem.

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